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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Vamos voando para a missao!

Agora era o momento em que iríamos em direção a missão a tanto tempo desejada. Eu tinha a minha forma de ir para aquela missão, mas como levaria o JET comigo, aqui estava um problema. Expus essa duvida para meus amigos poderosos que estavam comigo naquele quarto e chegamos a uma conclusão, o JET teria que tentar voar, mesmo que ele nunca tenha feito isso antes. Fomos para fora do quarto e nos posicionamos atrás do residencial, onde ninguém poderia nos ver. Comecei a explica-lo como eu fazia para voar, como fazer o poder passar pelo meu corpo levando-me a levantar voo. Qual não foi a minha surpresa quando ele apareceu a 10 metros de altura num piscar de olhos e de la de cima começou a cair como se fosse um passarinho quando voa pela primeira vez e fica batendo as asas para se equilibrar, no caso dele estava agitando os braços. Da mesma maneira que ele apareceu la em cima desapareceu. A maneira como ele chegou lá em cima foi muito diferente da que estava acostumado, tinha adquirido uma velocidade grande em meus treinamentos mas a dele era muito mais elevada que a minha. De repente, enquanto pensava em como fazer em relação aquilo, um corpo aparece em minha frente. Tomei um baita susto, era o JET fazendo graça, pelo que parece já estava pegando o jeito daquilo.
- Você é maluco? vai assustar outra pessoa seu bobo.
- Que isso, só estou me divertindo um pouco.
- Agora já temos uma solução para o nosso problema, mas só tem um problema, a sua velocidade de voo é muito superior a de qualquer uma que eu tenha visto, se assemelha a velocidade de um raio.
Risadinhas começarão a surgir no rosto dos dois, tanto do HG quanto do JET.
- Por que vocês estão rindo? - perguntei
- Esse é exatamente o meu poder. Ele se consiste em energia elétrica, eu solto raio pelas mão e me energiso também além de outras coisas.
- Blz então, da próxima vez vocês me falam qual é o poder de vocês antes para que eu não tenha que ficar com cara de idiota.
Agora um problema estava resolvido mas havia outro, como eu faria para acompanhar a velocidade dele, não tinha como.
- Eu tenho a minha forma de chegar lá, tenho as coordenadas e sei ler mapas, em outras palavras, consigo chegar lá sem dificuldades, mas como o JET vai chegar lá?
- Eu posso ajudar o JET com isso. - Afirmou o HG - Eu posso passar as coordenadas para ele através do meu oculos. Ele tem um visor que passara as coordenadas para ele.
- Nossa, esse uniforme seu é bem dahora mesmo.
- Pois eh, muito loco. Quando se coloca esse oculos da para enchergar o que esta na sua frente e tambem uma outra tela com muitos outros aplicativos, e uma delas e' um GPS. Vai servir direitinho para o que queremos.
- NOSSA SENHORA SÔ, MUITO LEGAL!!!
Dessa forma conseguimos solucionar todos os empecilhos que tinhamos e depois de uma conversinha rápida entre o HG e o JET em relação ao funcionamento do oculos e voamos em direção a nossa missão.

domingo, 6 de novembro de 2011

(Como tudo começou) - Eu Realmente Tenho Poderes

Após o episódio anterior onde estive dando choque nos outros, já havia se passado uns 2 dias e as coisas continuavam ``piorando`` , pois ao meu ver , os choques estavam ficando mais fortes , e com maior frequência, assim eu resolvi fazer um teste em mim, fui no CPD da faculdade atrás de um voltímetro , aquele aparelho que serve para medir a quantidade de volts em aparelhos, pois iria usar em mim mesmo para checar se daria alguma “luz’’ para meus pensamentos confusos. Consegui o aparelho sem muitas dificuldades , logico que teria de devolve-lo no mesmo dia. Pequei o voltímetro, e pus os dedos na ponta de cada fio, o ponteiro foi girando rapidamente, tão rápido que levei um susto e tirei os dedos dos marcadores, fiquei alguns segundos sem ter muita certeza do que fazer, mas não iria me dar por vencido, tentei novamente, só que dessa vez abri as duas mãos e apertei os fios com forca no centro da mão, a seta do aparelho rodou LOUCAMENTE rápido e parou quando começou a fazer um barulho estranho e também havia fumaça saindo do aparelho, então percebi que tinha queimado ele , e o melhor ou pior de tudo (dependendo de quem for) é que eu sabia que aquilo que eu tinha feito COM CERTEZA não era normal, e sabia que de alguma forma teria que controlar isso.

Esperei amanhecer do outro dia, fui para o meio do laranjal, chegando lá escolhi um dos pés-de-laranja como referencia, então comecei a me concentrar para soltar algo de minhas mãos e acerta-lo, no principio estava um pouco receoso, mas então algo começou a acontecer, senti dentro do meu corpo um formigamento e um fluxo de energia em direção das minhas mãos, assim foi ficando mais e mais forte o fluxo, até que de repente saiu uma rajada de eletricidade e acertou em cheio a arvore que eu havia escolhido, no instante que ela foi acertada a arvore rachou toda e ficou pegando fogo, tomei um susto, fiquei todo errado, sem ação durante alguns minutos, não sabia o que fazer e ainda não acreditava direito no que tinha feito, estava em duvidas se corria ou tentava apagar o fogo ou até se ficava feliz por ter descoberto que eu tinha poderes, pois era algo que sempre imaginara ser impossível, e que o mais próximo que havia chegado de ter, era em RPG’S e vídeo games, agora era verdade, eu realmente tinha poderes.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Finalmente a Ilha

Na manhã seguinte levantamos com o nascer do sol. Era um dia perfeito para passar de boa na praia, mas tinhamos que seguir viajem. Em poucas horas chegamos na ilha determinada. Eu não sabia direito qual era a nossa missão, mas uma coisa eu tinha certeza, me morrer eu não morreria.

O Overdose disse para procurarmos uma entrada com escritos estranhos, então começamos a busca. Depois de cerca de uma hora encontrei uma porta de bronze com os seguintes escritos na parte superior: “Se como indivíduo entrares só sairás como indivíduo. Mas se como grupo entrares só sairás como grupo”.

Não entendi nada, mas algo ficou na minha cabeça. Por que o texto estava em português, logo a lingua que eu entendia? Chamei o Overdose para entrarmos mas ai ele disse que deveríamos esperar os outros.

Perguntei quem mais viria e como ele sabia disso. E ele me disse que estava duplicado e que o outro dele estava no colégio conversando com outros que viriam. Sem entender muito então falei:

- Você estava duplicado o tempo todo? Então como você voou se está duplicado?

- Estou usando essa roupa que me permite alguns truques a mais. Mas não consigo fazer muita coisa. Ele falou.

Depois dos esclarecimentos feitos. Sentamos a beira da praia e ficamos esperando, não por muito tempo porque logo decidi ir pro mar e curti as ondas um pouco. E o Overdose também veio…

sábado, 8 de outubro de 2011

(Como tudo começou) - Estranho ou muita coincidência mesmo

No outro dia depois daquela chuva estranha, eu acordei como sempre, sempre atrasado... hauhauahua....pois é, foi isso mesmo, eu tinha que ir trabalhar as 7:00, então levantei rápido da cama ou não, hauaauhaua, pois quando tentei fazer isso meu corpo não respondeu direito, o que me fez lembrar dos acontecimentos da noite anterior, mas não tinha muito tempo pra isso, pois já era 7:45 e eu já estava + que atrasado, então levantei e fui trocar de roupa, foi ai que tudo começou, quando tirei a camisa ela fez aqueles estalinhos de quando você pratica algum esporte ou sei lá o que, bom até ai normal, tudo certo, dai tirei o calção, e a mesma coisa aconteceu, dai eu já achei estranho , mas pensei comigo mesmo, hoje eu estou com ‘’ATRAÇÃO’’ , hauahuahau, quanta ingenuidade(jovem hem), então, fui logo colocar a roupa pra trabalhar. Após ter me vestido e tal fui correndo pro trabalho, quando cheguei, fui falar com minha chefa, ela chegou e foi colocando a mão no meu braço, mas no exato momento quando ela triscou em mim, eu senti algo muito estranho no corpo, e ela, acho eu, que mais ainda, porque me soltou rápido gritando LOUCAMENTE , eu tomei um sustão, dai ela falou que eu tinha dado um choque nela, pedi desculpas meio sem saber porque e fui para meu posto de trabalho. Lá nada de interessante estava acontecendo, mas eu estava muito confuso, não sabia o que estava acontecendo, então quando estava lá firme e forte limpando o chão da escada do segundo piso (é meu trabalho era esse), eu esbarrei a mão no corrimão de ferro e por COINCIDENCIA, alguém estava descendo a escada com a mão nele, bom... as cenas que ocorreram foram fortes , pois nunca tinha visto um homem gritar que nem uma mulher daquele jeito, fiquei meio sem ação por alguns segundos, mas fui rápido ajuda-lo pois ele caiu sentado no degrau da escada, quando cheguei pra socorrer o pobre homem com voz de mulher (hauhaahuaahua), ele disse assim: ‘’cara que merda foi essa, tomei um &*%$# chocão ‘‘, ‘’pois é né, que coisa,’’ eu disse, não sabia muito o que dizer e nem o porque disso estar acontecendo, no fim ele foi embora todo em ‘’choque’’ pelo ‘’choque’’ que tinha tomado.

O resto do dia foi mais normal, tirando o fato que todas as vezes que eu tirava uma roupa e colocava a outra ela fazia aquela zuadinha de novo, isso me fez pensar que algo deveria ter mudado em mim quando aquela luz com o raio me atingiu, mas pensei também, deve ser normal após os primeiros dias, depois isso deve passar (olha o pensamento jovem ai de novo ), como eu estava errado , e logo logo eu iria ver isso.

domingo, 2 de outubro de 2011

PREPARAÇÃO PARA A MISSÃO – PARTE 3

Droga, tinha me esqueci, antes de ir para aquele treino tinha da minha “aventura” experimentado diversas roupas diferentes que poderia usar quando fosse estar em ação como “Hoticeman”, já tinha até escolhido o nome de herói que teria, o nome que viria a cabeça das pessoas sempre que elas estivessem em problemas, mas fazer o que, estava no Japão, muito distante para or buscar o meu lindo uniforme, que dó que dó que dó.
Já estava voando a vários minutos, não chegava a uma hora mas já estava quase lá, precisava economizar energia para quando chegasse no meu destino não estar totalmente esgotado e em vez de ajudar atrapalhar. Já estava sobrevoando o oceano neste momento por isso tive que fazer uma plataforma na água para que pudesse descansar. Fiquei impressionado como aquilo parecia fácil de se fazer, congelar a água não era nada comparado com os duros treinamentos que tinha passado. Aproveitei para ver o que tinha dentro da mochila, tinha saído com tanta excitação para a missão que nem tinha lembrado de ver o que tinha lá dentro. Ao retirar as coisas e colocá-las sobre uma mesa improvisada, feita do mesmo material da plataforma, identifiquei algumas coisas bem legais como um GPS que iria me ajudar a me localizar, mas ele era meio diferente dos que temos hoje, eles davam as coordenadas apenas em números e precisava utilizar o mapa para me achar, não o mapa estelar mas lá dentro tinha outro mapa, um do mundo tipo aqueles que vemos em aulas de geografia. Lá dentro também tinha uma garrafinha de água e comida desidratada para fazer uma boquinha para me dar mais energia. Abri o mapa e me localizei, me espantei pois pensei que meu treino havia sido no Japão, pensei que já era muito forte capaz de voar longas distancias sem ao menos descansar, mas estava em uma ilha próxima do continente sul americano, nada muito grandioso mas com certeza não era o Japão de acordo com aquele mapa. Fiquei triste por isso mas não tanto pois percebi que não era tão longe assim de onde eu morava, a costa só ficava a alguns quilômetros dali e assim chegaria bem rápido ao meu lugar de sossego e precisava dar sinal de vida a meus pais e conhecidos, eles deveriam estar pensando que tinha sido sequestrado ao alguma coisa tinha acontecido comigo. Tinha que voltar para pegar a minha fantasia de super herói, não podia fazer a minha grande aparição sem ela logo quando o mundo iria me conhecer. Fui o mais rápido possível para o colégio e entrei no quarto para pegar a minha fantasia. Fui direto para o meu armário pegar a minha roupa muito loca. Quando estava colocando-a dentro da mochila notei o murmuro, fui seguindo o som onde estava mais forte até que encontrei o JET e o HG conversando.
- E ai manos, tudo em cima? - eles me olharam com uma cara meio estranha mas de repente o HG quebrou o silêncio e falou:
- Cara você também pode ajudar, quanto mais gente melhor.
- HG foi mal, não vai dar estou meio que saindo para fazer uma coisa super importante.
- Esquece o quer que seja o que vc está fazendo, eu tenho uma missão para você. - fiquei em sem reação neste momento, não era para ele ficar falando estas coisas na frente do JET, até parece que os nossos poderes não eram segredos.
- Mano fala baixo, vai que mais alguém escuta, agora vamos ter que explicar para o JET sobre o meu poder. JET você não pode falar para ninguém que eu tenho poderes, por essa razão ele me chamou para fazer essa tal missão.
- Não se preocupe RE, eu também tenho poderes, estamos todos no mesmo barco, o HG já tinha me contado que ele tinha poderes mas não sabia que você também era como nós. - JET respondeu
- RE e JET a missão é a seguinte, vocês vão encontrar o B² e com o meu outro eu nestas coordenadas.
No momento em que ele passou as coordenadas lembrei que se pareciam com as minhas e resolvi conferir. Quando peguei o mapa para conferir me surpreendi, eram exatamente as mesmas, desde o início as nossas missões se coincidiriam. Fiquei empolgado por fazer uma missão conjunta com meus amigos e descobrir que mais um deles tinha poderes. Que dahora!

Descanso na Ilha PARTE 2

(continuação de "Descanso na ilha PARTE 1")
Além da caverna conter ouro, ainda dava pra usar como abrigo, já que o B² parecia bem cansado. O que eu achei mais engraçado foi que o B² tinha levado os pedaços do cabo de vassoura que ele havia usado na favela do Rio. Então esse tesouro que achamos ia ser bem útil, tipo, pra comprar um equipamento decente pra ele. A noite foi chegando e o frio foi aumentando, daí resolvemos fazer uma fogueira, a gente buscou pedaços de madeira que achamos que se adequaria para uma fogueira, depois amontoamos ela no meio da caverna e só faltou acender ela. Eu não sabia acender uma fogueira, e aparentemente o B² também não. Então falei pro óculos: "isqueiro!" e ele respondeu: "comando inexistente, nem similiar disponível". Daí perguntei: "E como vou me aquecer?" e veio a resposta: "roupa possui aquecedor". Bom, pra mim era suficiente, o problema era o B² que ia ficar sem. Mas daí e gente tentou aqueles esquemas que sempre via na TV, de esfregar um pedaço de madeira no outro, e depois de muito tempo e tentativas de várias tecnicas televisivas, DEU CERTO! Tá que eu nem queria mais a fogueira porque estava bem suado do esforço, mas quando chegou a madrugada valeu a pena ter a fogueira alí(porque bateu um frio "miserável" depois).

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Descanso na Ilha PARTE 1

(Continuação de "Ladrão que rouba ladrão...")

Para o Overdose viajar pelo Pacífico era tranquilo. Mas para mim, que tenho asas, é muito cansativo. Ainda mais porque eu não sabia para onde estávamos indo. Só o HG tinha as coordenadas, ele guiava.

Depois de mais ou menos 24 horas voando, descemos em uma ilha para descansar. Ela não era muito grande, se você considerar que dá pra sobrevoá-la rápido. Enquanto fazia um pequena ronda vi uma espécie de caverna com estátuas rudimentares na entrada. Chamei o HG e fomos entrando dentro dela. Graças a minha capacidade de brilhar não foi difícil andar dentro dela.

Chegamos a um tipo de quarto onde vimos vários esqueletos humanos e muito, muito ouro.
- Cara, quando a gente voltar vai ter que passar por aqui pra pegar um pouco disso. Falei pro HG.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

PREPARAÇÃO PARA A MISSÃO – PARTE 2

- SEU BURROOOO!

Olhei para trás e vi o meu mestre com a cara que tanto tinha visto durante o meu treinamento, uma cara de “Não acredito que ele já esqueceu”.

- O que foi desta vez?

- Tem certeza que não está esquecendo de nada? (que pergunta idiota, nós dois sabíamos que tinha esquecido alguma coisa)
- O que foi desta vez? Eu sei que esqueci de alguma coisa, mas agora não tenho tempo para ficar......lembrei, eu esqueci do bom ar, você sabe como eu fico quando acabo de usar meus poderes, fica um cheiro de queimado.
- NÃO! Você só pode estar querendo me tirar do sério. O planejamento, eu acabei de te falar sobre ele, até parece que você tem problema de cabeça.
- Na verdade eu tenho – momento meio estranho, Ausbilder ficando sem graça. - Brincadeira, não tenho não - respondi.
- Vai se ferrar.
- Pois então, o que eu estou esquecendo?
- Como você vai chegar até o lugar das coordenadas?
- É mesmo. Como eu chego lá?
- Você está me perguntando?
- Claro, não sei chegar lá. Esse negócio de coordenadas não é comigo não. Então vai me falar?
- Faz assim então, pega esse mapa.
- Mas não sei nem aonde agente está?
- Nós estamos nas Ilhas Madagascar.
- Sério mesmo, que dahora, vamos aproveitar então. Dizem que as praias daqui são bem bonitas e durante o treinamento não fui em nenhuma.
- FOCO! Vou te dar algo que te ajudará mais ainda, um mapa estelar e uma bússola.
- Beleza, uma bússola vai me ajudar, mas um mapa estelar? Está de dia e tenho que chegar o mais rápido possível e mais eu apenas sei identificar o cruzeiro do sul e a constelação de escorpião.
- Que bom, é bem dessa constelação que iremos precisar identificar. Aqui está o mapa e a bússola para se orientar de dia.

Peguei o mapa e abri tentando entender. Nele estava escrito tudo o que eu precisaria, uma seta estava apontando a estrela que deveria seguir em minha viagem e estava escrito a direção que deveria seguir de dia utilizando a bússola. Meu tutor ainda me disse antes de sair que assim que encontrasse o lugar iria perceber, algo bem grande em uma ilha pequena, não tinha como errar. Agradeci e fui embora utilizando uma técnica de vôo que aprendi nos dias de treino. Se tratava de chamas saindo das minhas mãos com tal intensidade que me davam impulsão suficiente para flutuar. Com isso peguei viajem rumo a minha missão.

Ladrão que rouba de ladrão...

(continuação de "O que fazer com um cabo de vassoura??")

Decidi que não iria contar que não podia usar outros poderes no momento, já que já estava usando o de duplicar, até porque realmente não precisou. O B² acabou com todos! Mesmo lutando de um jeito aleatório, meio sem técnica e até um pouco assustador. No final ele estava com a roupa toda ensanguentada, mas sem nenhuma ferida.
Fomos verificar como estava o ser humano que acabamos de salvar.
- Tudo bem com você cara? - falei.
- Valeu pessoal! Tipo, nunca ví nada paracido!!! Caracas, o mano tá bem? Todo ensanguentado... - falou o sujeito.
- Relaxa, eu sou como um anjo. - falou o B² abrindo as asas (exibido)
- Nossa, isso é muito louco! Agora com guarda-costas como vocês a favela vái ser praticamente minha! Vou ficar muito rico! - falou o sujeito
- Como assim? - falei.
- Tu é traficante? - falou o B²
- Mas como assim? Vocês não me conhecem? Não sabem quem eu sou? - falou o idiota
Eu e o B² nos estreolhamos e demos de ombro. Nunca vimos essa figura, traficante, idiota, antes.
- Cara, pro seu bem, você deve se entregar, a gente não veio salvar um traficante, a gente veio salvar uma pessoa... eu acho.
- Então vocês se acham os herois? Se vocês soubessem que eu era trafiicante vocês não iriam me salvar? - falou o drugdealer
- Lógico que não! - Falou o B²
Eu não falei nada, não sabia o que falar, novamente uma sábia decisão, se você for pensar no caso. No momento que eu estava pensando o traficante aproveitou para tentar fugir, o B² começou a correr atrás dele. Eu usei as botas pra voar, passar dele, parar na frente dele, ele meio que tava olhando para trás tentando ver onde estava o B² e nem me viu na frente dele e também não viu quando eu metí um soco na cara dele, mas ele não caiu, mas no segundo murro ele despencou. Eu e o B² amarramos todos os com pedaços de cordas que achamos e as roupas deles mesmo e chamamos a polícia.
- Vamos logo pra onde as coordenadas indicam - falei e já fui voando, sei lá, o traficante me fez pensar.

PREPARAÇÃO PARA A MISSÃO – PARTE 1

Já estava pronto para partir, as únicas coisas que precisava estavam bem guardadas em minha mente. Todo o tempo que passei naquele lugar treinando, as técnicas de luta que aprendi, tudo estava bem guardado dentro da minha massa intracraniana. Neste instante Ausbilder se aproximou e me entregou um embrulho e uma mochila.

- Você não vai precisar de algumas coisas para essa e outras missões, por isso te entrego essa mochila com itens que o auxiliaram nessa sua nova vida como herói.

- Pensei que este treinamento me ajudaria com o que eu precisasse. E para que serve esse embrulho?
- Abra para ver o que tem aí dentro

Foi então que abri e encontrei um livro, parecido como qualquer outro livro, comum, mas foi quando comecei a folhear que vi que não era apenas um livro de historinha mas uma espécie de diário e o Autor era um tal de “Esquentado”.

- Quem é esse cara que escreveu este livro?

- Primeiramente esse não é um livro é um diário, segundo esse é o meu nome quando ainda era herói e defendia o mundo.
- Sabia que você era mais que uma simples pessoa que possui poderes. Como que consegui os seus poderes? Quem te ensinou a usa-los? Existem mais iguais a você? - fiquei super animado com aquela declaração, já estava esquecendo da minha missão enchendo ele de perguntas.
- CHEGA! Você tem mais o que fazer do que me fazer perguntas. Agora esse diário é seu e tem que cuidar muito bem dele porque nele estão escritas várias coisas que o ajudaram a melhorar as suas habilidades. Sempre que aprendia alguma coisa nova escrevia neste diário. Cada movimento e técnicas novas que aprendia estão transcritas aí. Agora vá, ajude essas pessoas. Vai, vai, vai.

Coloquei o livro dentro da mochila junto as coisas que Ausbilder tinha separado e colocado para mim naquela bolsa. Nem olhei o que havia lá dentro apenas coloquei nas costas e fui embora em direção a minha tão esperada missão. Foi quando ouvi um grito:

O que fazer com um cabo de vassoura??

(Continuação de "Overdose - origem")
Daí eu falei:

- É...

Mas não deu pra falar muita coisa porque ja tava tomando chumbo. O HG, ou melhor, Overdose, deu uma meia cambalhota, meio que parecido com aquilo que fazem em Parkour, mas acho que não deu muito certo... pelo menos ele escapou das balas.

Cai no chão baleado, mas vivo, não era a primeira vez que tomava um monte de tiro. Os bandidos, achando que eu tinha morrido se voltaram para o Overdose, atirando. Ele também tomou alguns, mas era mais rápido que eu, e com aquele uniforme. Que uniforme! Se você ja assistiu algum filme dos X-men vai entender um pouco de como ele era. Todo de couro, mas ele num ficava parecendo uns dos caras do Village People não. Era heróico, bem ao estilo do filme, mas não era preto e sim vermelho, mais caindo pro vinho. Tá, se você ja assistiu "Demolidor"... era que nem aquele uniforme.

Me senti um ajudantezinho de merda ali, caido no chão todo baleado. Levantei, ainda iria demorar uns 2 minutos para eu me regenerar por completo, mas como os caras não estavam prestando atenção em mim saí de fininho em busca de uma arma. Achei um cabo de vassoura, quebrei-o no meio, para mim era o suficiente.

Sem muita noção de luta ou técnica de combate avancei sobre os caras. Com aqueles dois bastões sai batendo em todo mundo. Tomei tiro, mas só um pouco, facadas, duas nas costas, mas por causa da adrenalina, eu acho, suportei aquilo e consegui derrubar os caras. Todos vivos, mas não tinha mais nenhum em condição de lutar. Nice! Pensei.

Procurei pelo Overdose, ele estava meio escondido atrás de uns tijolos velhos.
- Pooo, tu com todos esses seus poderes fica ai escondido, ta de sacanagem né!? Eu disse.
- Ahh B², tu nem precisou de mim...

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

RESULTADO DO TREINAMENTO

Agora estava percebendo as transformações em meu corpo, tudo agora fazia sentido, todos os treinamentos que fazia e até a razão daquele tipo de treinamento tão irritante, mas o importante era que tudo agora fazia sentido.

Em mais um final de dia de treinamento chegando na cabana para enfim descansar recebi a notícia de que perto dali havia uma aldeia sendo atacada por rebeldes fortemente armados. Tinha que fazer alguma coisa. Fui logo me preparando para a batalha quando a mesma pessoa que me informou do acontecido, meu mestre, me perguntou o que eu faria em relação aquela notícia. Fui pego de surpresa, estava claro que iria lá resgatar aquela vila, aqueles dias de treinamento fizera, muito progresso e agora queria enfim usa-los para algo útil, então porque ele estava me perguntado aquilo?

    • Eu irei lá e salvarei aqueles camponeses, de certo eles não tem como se defender,

    • Mas você irá sozinho?

    • Não, eu e você.

    • Então este é seu plano, chegar lá e acabar com todo mundo?

    • Sim, o que tem mais para fazer? Aquelas pessoas estão precisando de ajuda e não a tempo a perder, vamos logo!

    • Quem disse que eu quero ir? Com esse plano não mesmo.

    • Então fique, apenas me diga onde fica a vila.

    • Em lugar nenhum, foi apenas um teste, e você não passou, depois de tanto tempo treinando e você não aprendeu nada, o que eu faço com você?

Neste momento fiquei sem palavras pela segunda vez no meu treinamento, porque ele não era mais claro quando queria provar alguma coisa? Eu dei tudo de mim neste treinamento e ele ainda faz esse tipo de pergunta? Fiquei nervoso e comecei a sentir a minha mão formigar como acontecia toda vez que meus poderes saiam de controle por causa dos meus sentimentos mas antes que eles se manifestassem controlei-os. Mais um sintoma de que o treinamento havia surtido efeito. Mas parece que ninguém percebia isso, apenas eu.

Saí e fui esfriar a cabeça, algo que fazia toda vez que o Ausbilder fazia essas coisas que me tirava do serio, mas logo me acalmava e voltava para casa com um pedido de desculpas, mas desta vez não estava com vontade de pedir desculpas, não pelo fato de eu não passar no teste mas pelo fato de ele falar que eu não aprendi nada, me esforcei muito. Muitos foram os dias em que chequei no barracão todo esfolado, com as roupas rasgadas um verdadeiro homem da floresta. Foi em meio de pensamentos que fiquei surpreso ao perceber que ele se encontrava ao meu lado confortando-me e dizendo que ele era exatamente daquele jeito quando era da minha idade, intuitivo, e muitas foram as vezes em que tiveram que salvar a sua pele. Como podia ver o Ausbilder ainda era meio esquentado e devido ao longo período em que estava naquela cabana sozinho longe de tudo e todos e juntado com o seu imenso orgulho a forma que falava com as pessoas era muito grosseira e deixava qualquer um alterado. O que me surpreendeu que aqui deixava os seus nervos a flor da pele mas não havia nenhuma manifestação de seus poderes, seu controle sobre eles era muito grande e naquele momento desejei mais que nunca que seria como ele neste sentido.

As palavras proferidas por meu instrutor naquela noite me serviram de recarga de energias me dando nova vontade de crescer, melhorar, melhorar, melhorar sempre.

No próximo bem acordei bem cedo pronto para começar as minhas atividades daquele dia, além de treinar devia fazer várias tarefas de casa, o que me irritava muito já que quem deixava a cabana em ordem era eu e não o meu mestre, mas fazer o que aquele era o presso por me ensinar a usar corretamente os meus poderes.

Em dado momento do meu treinamento ele chegou até a mim com uma expressão diferente, uma que eu nunca tinha visto antes, algo parecido com preocupação, mas como nunca conseguia dizer o que ele estava pensando nem arrisquei a perguntar nada simplesmente deixei que falace.

    • Você tem que voltar.

    • Mas porque? Logo agora que estava melhorando.

    • Não discuta comigo, apenas siga essas coordenadas que coloquei neste pedaço de papel e chegará ao lugar em que estarão precisando de sua ajuda.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Overdose - origens

Depois de encontrar o B², expliquei pra ele porque eu estava ali. Falei que não sabia exatamente onde estava o que a gente tinha que pegar, mas meu óculos dava umas coordenadas pra lá, e parecia que era bem longe dali. Muito provavelmente deveria ser uma ilha no meio do oceano Pacifico.

Estávamos voando para a ilha da qual eu só possuía as coordenadas, mas, muito antes de chegar nessa ilha, ainda no Rio, a gente passou perto de uma favela, e nessa hora eu estava testando o zoom dos meus óculos, e por “sorte” vi um grupo de pessoas armadas batendo em uma pessoa. Falei pro B² que era pra gente fazer algo, e lá fomos nós salvar o dia de uma pessoa. A gente pousou em um local onde aquele grupo de agressores não podia ver a gente, então a gente chegou “causando”, fui logo gritando para os caras pararem com aquilo e chamando eles de covarde e coisas e tals... Daí eles olharam pra mim e perguntaram:

- Quem diabos é você?

Bom, era a primeira vez que alguém perguntou isso pra mim, e eu não sabia o que responder, e não respondi nada... algo bastante sensato, se você for pensar no caso. Daí outro falou:

- Os mano devem ter fumado umas pra falar assim com a gente.

- Fumado, cheirado e as porra toda... Os mano tiveram uma overdose pra ter coragem de vir falar com a gente!

Daí veio a inspiração e falei.

- É isso mesmo! Overdose. Pode me chamar de Overdose. Aproveitem agora enquanto vocês ainda possuem dentes. (clichê!!!!!!!!!!!!!!!)

Daí o B² falou:

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O início do presente. Versão 2

A volta para o presente foi como acordar de um sonho muito bom. Embora eu tivesse passado a maior parte do tempo isolado no futuro senti muita saudade daquele tempo e das pessoas de lá e principalmente de poder usar todos os meus poderes de uma vez! Agora as coisas eram diferentes, mas pelo menos agora eu tinha um “uniforme”. E com o uniforme vieram mais surpresas. Eu fui experimentar a roupa, pra ficar na frente do espelho falando aquelas frases clichês de super-herois e lutar contra inimigos invisíveis. Quando fui vestir a roupa, caiu um bilhete e quem tinha escrito esse bilhete tinha sido meu descendente. Lá estava escrito coisas muito interessantes, por exemplo: as botas do uniforme podiam me fazer voar, só que o combustível delas só existem no futuro, então elas só iriam durar umas duas semanas, e que a roupa era a prova de bala, mas de preferência tomar cuidado pra não tomar tiros a queima roupa, e ela também poderia proteger contra facadas, mas dependendo da força que a facada fosse dada, ia doer pra caramba, e por último ele tinha escrito uma missão para eu fazer. Na hora que eu terminei de ler eu pus a roupa e me dupliquei. Tirei cara e coroa comigo mesmo pra ver qual de nós iria cumprir a missão, o eu que perdeu já saiu correndo e usou as botas para voar. O eu que ficou em casa foi fazer as coisas rotineiras, trabalhar, encontrar os amigos, que fazia um tempinho que não via devido a minha passagem no futuro, e de noite eu saia à procura de meliantes, traficantes, maconheiros. O outro eu foi atrás de ajuda. No bilhete dizia a localização de um item que iria fazer muita diferença nesta era, mas dependendo que quem achasse esse item essa diferença poderia não ser muito boa. Então seria melhor eu buscar esse tal item e dar para alguém que merecesse, mas, de acordo com os dados da minha vida que ele mantinha, nesse mesmo período ideal para buscar o item eu iria salvar alguém importante então eu teria que ficar usando só o poder de duplicar e os recursos que a roupa oferecia. Quando fui ajeitar os óculos da roupa, sem querer apertei em um botãozinho que fez aparecer uma listinha por dentro do óculos, como se as lentes servisse como tela também! Na lista tinha escrito: Destino, Tel, Reconhecer Rosto, etc... No final da lista estava escrito: Tutorial (falar tutorial). Daí eu falei “tutorial” e apareceu um vídeo do meu descendente me explicando como funcionava a roupa toda e o óculos também, que era movido por comando de voz. Depois de estar manjando da roupa toda eu falei: “Destino” – “Rio de Janeiro”. Pronto. Comecei a voar para o Rio. Voei bem alto, pois com a roupa, altitude não era problema mais. Umas duas horas depois eu cheguei ao Rio de Janeiro. Daí falei (pro óculos): “Telefone”-“Localizar”-“B²”. Pouco tempo depois ele atendeu e falei: “Cara, preciso me encontrar com você o mais rápido possível! – Onde eu estou? Do lado de fora da sua casa.” Hauahuahaua. Só queria usar as funções do óculos mesmo. Pronto, agora eu tinha a ajuda que precisava.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

RECONCILIAÇÃO

Fiquei sem palavras, toda aquela minha raiva tinha sido em vão? Tudo aquilo não passava de um desentendimento sobre as seus reais objetivos? Ele só queria me fazer aprender uma lição? Ou aquela raiva era necessária para que aprendesse aquela lição, me recompus e tratei de dar uma resposta a ele.

– Você me fez passar por isso tudo para ensinar-me uma única lição, bastava apenas algumas palavras e tudo se resolveria, mas não tudo tem que ser do seu jeito, você não pensa nos outros e se eu não fizesse isso você continuaria a me mandar bolas de fogo e de gelo até aprender?(isso porque me recompus antes de falar essas palavras tão cheias de raiva)

- Se fosse preciso.

- “Se fosse preciso” uma ova, passou esse tempo doto ensinando-me uma lição, então vou passar o resto da vida para aprender mais um lição. Basta apenas conversar comigo, falar não vai te matar e vou evoluir mais rápido.

- Preste atenção garoto, não quero mais ouvir nenhuma reclamação ou o seu treino termina agora.

- Além de tudo é um ditador.

- Para a sua informação eu não fui professor de ninguém, nunca passou pela minha cabeça antes ensinar a alguém a usar seus próprios poderes. Mas pelo que vejo você não está gostando dos meus métodos e para sua informação essa não foi a única lição que aprendeu. Responda-me uma coisa, onde estamos agora?

- Perto da 3ª cachoeira.

- Até onde você foi na primeira semana que esteve treinando comigo?

Neste momento parei e pensei, minhas idéias firmei e cheguei a uma conclusão desagradável, não para ele, mas para mim. Fiquei com vergonha de responder, pois percebi o que ele estava tentando me dizer.

- Nem na metade do caminho da 1ª cachoeira.


- E toda vez que olhei para em sua direção e constatei que estava sorrindo da minha cara?

- Não estava rindo da sua cara, mas sim do novo aprendizado que adquiriu. Você aprende rápido as coisas, gostei muito de te ensinar durante esse período. Sei pelo que você está passando, eu também passei por isso e agora estou tentando te ensinar aquilo que sei.

- Desculpe. – foi apenas o que consegui dizer

- Vamos parar por hoje, você deve estar mesmo bem cansado. O que você acha de fazer um caminho de gelo e escorregarmos até a cabana.

- Claro, é para já. – Como se fosse uma brincadeira, criei um grande escorrega e chegamos rapidinho em “casa”. Fiquei perturbado por ele mesmo não ter usado o seu poder e criado o caminho até em casa, mas como queria muito usar o meu poder não questionei.

Agora parecia outra pessoa que estava comigo naquela casa, antes era só acordar comer treinar comer dormir, sem conversas muito demoradas, mas agora ele estava até fazendo piadas. Aquela noite foi a melhor de todas naquelas ultimas semanas de treinamento.

terça-feira, 28 de junho de 2011

O início do presente.

A volta para o presente foi como acordar de um sonho muito bom. Embora eu tivesse passado a maior parte do tempo isolado no futuro senti muita saudade daquele tempo e das pessoas de lá e principalmente de poder usar todos os meus poderes de uma vez! Agora as coisas eram diferentes, mas pelo menos agora eu tinha um “uniforme”. E com o uniforme vieram mais surpresas. Eu fui experimentar a roupa, pra ficar na frente do espelho falando aquelas frases clichês de super-herois e lutar contra inimigos invisíveis. Quando fui vestir a roupa, caiu um bilhete e quem tinha escrito esse bilhete tinha sido meu descendente. Lá estava escrito coisas muito interessantes, por exemplo: as botas do uniforme podiam me fazer voar, só que o combustível delas só existem no futuro, então elas só iriam durar umas duas semanas, e que a roupa era a prova de bala, mas de preferência tomar cuidado pra não tomar tiros a queima roupa, e ela também poderia proteger contra facadas, mas dependendo da força que a facada fosse dada, ia doer pra caramba, e por último ele tinha escrito uma missão para eu fazer. Na hora que eu terminei de ler eu pus a roupa e me dupliquei. Tirei cara e coroa comigo mesmo pra ver qual de nós iria cumprir a missão, o eu que perdeu já saiu correndo e usou as botas para voar. O eu que ficou em casa foi fazer as coisas rotineiras, trabalhar, encontrar os amigos, que fazia um tempinho que não via devido a minha passagem no futuro, e de noite eu saia à procura de meliantes, traficantes, maconheiros. Às vezes não encontrava nada, às vezes encontrava. Como eu já estava usando um poder não poderia usar nenhum outro, mas os apetrechos da minha roupa permitia que eu resolvesse crimes menores, e acidentes de pequeno porte. Acho que prendi(quem prendeu foi a polícia, eu só bati neles, e apanhei um pouco também) uns 5 delinqüentes e salvei umas 3 pessoas. Duas semanas depois a bota não voava mais. E duas semanas depois meu outro eu voltou pra casa. Ele(eu) estava todo machucado, a roupa toda destruída, eu sabia que eu estaria daquele jeito, mas ao me ver fiquei preocupado, mas também sabia que eu tinha conseguido cumprir “a” missão.

DESENTENDIMENTO

Desgaste físico, dor em todos os músculos desde a sola do pé até a ponta do fio de cabelo estava doendo (mesmo não tendo terminações nervosas nos fios de cabelo às vezes parece que até eles estão doendo). Aqueles eram os piores dias da minha vida, estava doido querendo que acabacem logo, entretanto, quanto mais queria que passasse logo mais demorado o dia ficava. Estava em uma serie de exercícios físicos que Ausbilder, o meu tutor, empunha a mim. Dizia que isso me daria mais controle sobre os meus poderes. Estava cansado daquilo, já havia alguns dias que estava fazendo aquilo e sem nem ao menos usar verdadeiramente os meus poderes.

No inicio até que estava empolgado em saber que aprenderia a usar verdadeiramente a habilidade que adquiri naquela noite, mas com o passar dos dias parecia que aquele treino era pura diversão para ele, devia fazer tempo que não ria da cara de alguém e resolveu me fazer de bobo mandando-me fazer todos aqueles exercícios. Não podia parar nem um segundo para descansar que uma bola de fogo ou de gelo se chocava contra meu corpo. Toda vez que isso acontecia meu corpo se inundava de raiva e pegava fogo instantaneamente ou ficava completamente recoberto por gelo, era instintivo. Meus nervos ficavam a flor da pele e não conseguia controlar aquela reação. O pior era ter que ficar sem roupa toda vez que pegava fogo, por essa razão comecei a usar mais gelo do que fogo em meus picos de nervos. Apesar de ser instintivo aquela reação, meu sentimento de constrangimento deixou em meu subconsciente que era melhor me recobrir de gelo do que de fogo, mas mesmo assim às vezes a raiva era tão grande que apenas perdia mais uma peça de roupa.

Em um desses dias de corrida, natação, corrida e levantamento de pesos (pesos feitos por ele mesmo) parei e olhei para o sol para ver se ainda faltava muito para chegar a hora de descanso ( sim, a essa altura ele já havia me ensinado a ver através do sol quando iria parar par descansar ) e sabia muito bem o resultado da minha paradinha fora de hora, bolas voariam de encontro a mim, aquilo já estava me dando muito nos nervos e após olhar em direção ao sol constatei que ainda faltava muito tempo para chegar a hora de descanso e aquele dia estava sendo mais puxado que os outros, o pior era olhar para a cara dele e ver um leve sorriso se formar em sua cara. Parei mesmo sabendo que logo iria vir uma bola me acertar. Instintivamente coloquei as palmas das mãos sobre o solo úmido da floresta e as levantei acima da cabeça passando primeiramente em frente do meu corpo criando assim um escudo de gelo fazendo com que protegesse toda o meu corpo. Quase no mesmo instante que as minhas mãos atingiram a altura da minha cabeça duas bolas, uma de cada, acertaram o escudo, o escudo foi eficiente contra a bola de gelo mas a bola de fogo deixou um buraco no escudo, mas perdeu velocidade no impacto e não atingiu o seu objetivo inicial. – Parabéns! – Ausbilder disse – esperava que isso acontecesse alguns dias atrás, mas antes tarde do que nunca. Não podia falar para você, você teria que fazer isso do seu próprio modo, foi assim que aprendi e me tornei o que eu fui.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O futuro. Parte 6

Quando eu acordei estava de volta na base secreta dos super-humanos, olhei para o meu braço e ele estava bem normal. Meu descendente chegou e explicou o tipo de fratura que eu tive era bem fácil de curar para eles, mas mesmo assim fiquei desmaiado por uns 4 dias. Ele também falou que XX também estava vivo, mas estava em coma induzido, e dificilmente iam tirar ele do coma, ele é muito perigoso ainda. Então perguntei o que tinha acontecido com o XX na hora que o enfrentei, daí ele explicou que o palpite dele estava certo, a peculiaridade do meu poder era que só podia usar um poder de cada vez, mas o XX não sabia disso, e por não estar acostumado a fazer as trocas acabou perdendo. Ele falou que era hora de voltar para o presente, e que era para eu sentir orgulho do que fiz, uma nova era ia começar no futuro, a fonte de água foi devolvida ao Governo Mundial e tudo graças aos super-humanos e isso com certeza ia mudar a imagem e a aceitação dos super-humanos em relação ao resto do mundo. Ele me deu a roupa que tinha usado na luta como presente, mas ele disse que no presente ela não ia fazer o que tinha feito aqui no futuro, ele ia ser só uma roupa mesmo, ela só tinha dado certo aqui porque ela estava sendo alimentada por uma fonte de energia praticamente infinita (JET?) e que no presente eu não ia encontrar uma fonte parecida nem as máquinas para fazerem todo o resto dar certo. Bom, pelo menos era uma roupa legal. Chegou a hora de ir embora, fiquei no futuro uns 15 dias só, e não vi quase nada. Meu descendente me deu algo parecido com um controle, mas só tinha um botão, o pessoal me rodeou, todos pareciam felizes, meu descendente me fez prometer que não contaria as coisas que tinham acontecido aqui para os meus amigos, depois disso eles se despediram e eu apertei o botão do controle e tudo ficou preto de novo, quando tudo ficou nítido, eu estava na minha casa de novo.

UM NOVO COMEÇO

Corri até não poder mais, gastando os últimos resquícios de energia que ainda possuía após ter voado por uma distância tão grande. Apaguei! Quando acordei estava deitado dentro de uma pequena cabana no meio da floresta, longe de tudo e de todos. Havia sido levado à aquele lugar por alguém que apenas havia me deixado lá e ido embora, era o que parecia pois estava sozinho ali. Comecei a me levantar, tinha que ir embora, as pessoas poderiam estar preocupadas. No momento em que estava levantando senti uma fraqueza, minhas pernas não estavam obedecendo mais aos meus comandos, elas simplesmente perderam a força me fazendo cair sentado denovo em minha cama. Talvez eu vá embora só quando recuperar as minhas forças então. Adormeci, já que tinha não podia fazer nada. Acordei no outro dia bem melhor, um pouco mais disposto, Mas quando fui levantar da cama uma voz ressoou dentro da cabana, “não se levante”. APARECEU DO NADA! quando eu acordei no dia anterior não havia visto ninguém por essa razão soltei um grande PQP* (*ponte que partiu). Que baita susto que eu tomei, me virei e vi, de costas para mim, um cara de meia idade mexendo em alguma coisa no que parecia a cozinha daquele pequena cabana. Não quis ouvir, quem era ele para ficar me dando ordens, nem o conhecia? Mas como ele devia ter sido o cara que me socorreu resolvi ouvir o seu conselho. O silêncio estava dominando aquele ambiente, eu não falava nada, apesar de ter muitas perguntas, e nem ele respondia as supostas perguntas que eu poderia ter e que ele já imaginava quais eram. Ele se virou para mim com uma espécie de copo feito de forma artesanal e percebi que não tinha os olhos esticados que nem dos orientais e que sua fisionomia passava uma tranquilidade incomum. Fiquei intrigado, o que um homem como aquele estava fazendo longe de todos e pelo que parecia longe da sua pátria. Abri a boca para falar alguma coisa, quebrar o gelo. - Calado! foi a resposta que recebi. - tome esse líquido primeiro e depois pode perguntar qualquer coisa que quiser. Tomei aquele negócio amargo, custou para descer mas consegui terminar de beber. Comecei a falar mas não conseguia me entender, minha voz quando saia da minha boca estava toda embaralhada, como se estivesse começando a aprender a falar. Aos poucos os meus olhos começaram a ficar pesados e sem querer adormeci. Acordei bravo, aquele cara havia me dopado, mas por incrível que pareça estava completamente renovado, estava com todo o meu vigor físico e mental. Levantei pronto para ir embora quando a mesma voz ressoou denovo pelo recinto. Já até havia esquecido do acontecido, mas quando ouvi aquela voz novamente uma raiva tomou conta de mim, me virei para resolver aquele problema e mostrar aquele cara que não deveria ter feito aquilo. Quando m virei uma bola de fogo bateu na minha cara, fiquei perplexo, o que aquilo devia significar? levantei a cabeça e tomei uma bolada denovo, só que agora era de gelo, agora sim tinha doido, a densidade e o peso da bola de gelo era bem maior do que a da bola de fogo e a primeira bola não me queimou pois desde que ganhei poderes o fogo não me queimava, mas a bola de gelo era pesada e tinha deixado um belo de um hematoma em meu rosto. Que estava acontecendo, aquele cara era louco, ficava me jogando bolas de fogo e de gelo e nem me conhecia, cada lunático que existe neste mundo. Agora estava realmente nervoso, agora estava completamente coberto por fogo, como uma tocha humana. Neste momento foi quando ele me disse: Você terá um novo começo, estou aqui para te treinar.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Ajudando a FAR

Estava visitando meus amigos, de novo. Mas o HG num tava lá, nem tinha como conversarmos sobre nosso poderes, ele havia sumido a alguns dias, os cara do quarto dele falaram que ele tinha ido fazer uma curta viajem, mas não colou pra mim.

Fiquei passeando com minha namorada, e nas horas em que ela tava na aula, eu passei um tempo com a FAR ajudando-a a aprimorar seus poderes. Treinamos bastante, ela tava ficando boa em se teletransportar. Além disso descobrimos que ela tava muito mais nerd. Tipo, acertando tudo nas provas da faculdade. É bom quando nosso poderes podem nos ajudar em assuntos pessoais. Além disso conversamos sobre super heróis e essas coisas. Ela me disse que num tinha muita vontade de ser uma heroina não, mas tava satisfeita com seus poderes. Ela também me perguntou se eu ja tinha contado dos meus poderes pra minha namorada, pois ela estava pensando em contar pro namorado dela. Respondi que não porque tava esperando a hora certa.

Depois de um certo tempo de treinos, começamos a voltar por colégio, por dentro (no larangal). Era meio estranho nós dois ali, se alguém nos visse não ia pensar coisas boas, mas para nós era simplesmente um passeio com um amigo. Mesmo claro, avistamos, embaixo de um pé de laranja, uma pedra brilhando. Nos aproximamos e eu peguei a pedra. Cerca de um palmo de diâmetro. Nada aconteceu, mas a pedra era muito bonita e continuava brilhando. Enrolei na camisa e levei. Me despedi da FAR e fui pro quarto dos caras, onde estava hospedado...

domingo, 24 de abril de 2011

Desastre

Não podia estar acontecendo aquilo, porque um terremoto daquela magnitude tinha que acontecer logo em um país tão pequeno como o Japão. Tantas pessoas mortas e tantas outras desaparecidas, era realmente algo muito difícil de se ver. Pena que era tão longe de onde morava, e não tinha dinheiro para pagar uma passagem de avião de ultima hora, mas não conseguia mais ficar parado, tinha que ajudar. Já que de avião não iria rolar pensei então em ir voando, mas como eu faria aquilo sem ter treinado o suficiente? fora a roupa, quando chegasse ficaria peladinho da silva, quem iria querer ser salvo por um maluco que pega fogo e ainda por cima pelado. Fazer o que, era o único jeito de ir para lá sem gastos. Saí correndo para pegar velocidade de vôo e então dar impulso e voar, como faz os aviões nos aeroportos. Pulei já estava sentindo o vento na cara e foi quando percebi, tarde demais, que estava no ar a dois palmos do chão e devido ao meu pulo confiante não tinha colocado a mão na frente pensando que iria voar e caí de fussita no chãozito e ralei todo o meu beicito (o que ajudou a amortecer devido ao seu volume). Depois de uns dois minutos estendido no chão levantei com o peito ralado, a cara ralada a confiança, a dignidade, my soul, my all bâdy. Como todo brasileiro eu levantei e falei um palavrão: "QUE INCONVENIENTE". Estava todo machucado mas não podia parar agora, já tinha colocado na cabeça que iria fazer a diferença, aqueles poderes deveriam servir para isso. Tomado pela força de vontade e muita sorte consegui alçar vôo e sair pelo céu feito um foguete pegando fogo pela parte de trás. Consegui atingir uma velocidade impressionante entre as nuvens onde o ar era rarefeito mas o suficiente para poder respirar. Depois de algumas horas estava no Japão perto das usinas nucleares. Aquele devia ser o lugar em que as pessoas precisariam mais de mim devido ao super aquecimento dos reatores nucleares. Pousei meio desajeitado em uma plantação de arroz, ainda bem que estava tudo alagado e não pegou fogo em nada, muito pelo contrário, eu apaguei. Estavam chegando pessoas para verem o que tinha acontecido e como eu tinha apagado estava nú, minhas roupas já haviam queimado a muito tempo atrás. Comecei a tentar correr, mas correr em um brejo é meio difícil e os japas já estavam começando a chegar mais perto. Então pensei, se estava dentro da água não daria para pegar fogo mas se em vez disso eu criasse uma camada de gelo em volta de mim? era uma boa ideia, resolvi tentar. Pronto agora estava congelado, mas em vez de sair correndo fiquei imóvel parecendo um estátua, tinha exagerado e me congelei demais. Que ótimo herói eu era. Comecei a rir e mim mesmo, tinha feito uma burrada e agora todos já estavam ao meu redor parecendo que estavam me xingando (o japonês falando parece alguém xingando. rsrs). Se eu derretesse o gelo as pessoas iriam me ver do jeito que eu nasci, seria embaraçoso. Então resolvi pegar fogo, mas estava dentro da água, será que conseguiria me tornar um homem flamejante? não custa nada tentar. O gelo começou aderreter, foi então que percebi que começava a ter os movimentos novamente dos meu corpo. Era aquele o ponto em que iria me congelar da próxima vez então, saí correndo coberto por gelo e congelando o caminho que ficava para trás numa tentativa de atrasa-los, se caso alguém tentasse me seguir.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Roupa nova

A fantasia imita a realidade, mas nem sempre isso acontece. Nunca fiquei sabendo de heróis que deixam de “patrulhar” a cidade por estarem cansados do trabalho. Sei que é complicado, mas imagine-se, saindo cansado daquele trabalho rotineiro e monótono e indo a pé pra casa, e pra piorar, tá chovendo.

Agora surge a pergunta, se eu posso voar por que não vou voando pra casa. Bem, meus amigos, não quero chamar atenção desnecessária.

As vezes a gente cansa de tudo e quer fazer tudo diferente. São dias assim em que eu chego em casa, me troco e, pela janela, saio voando bem rápido até muito alto e fico ali, refletindo.

Nesse dia fiz algo diferente. Lembrei que aquele homem lá, o Guardião Alado, tinha ficado de fazer uma roupa pra mim. Fui então para a ilha onde ele morava. Já era noite e eu sentia os pingos de chuva batendo forte no meu rosto por causa da velocidade em que eu voava. Podia ver as luzes de cidades lá em baixo enquanto me dirigia para a ilha.

Depois de algum tempo cheguei na ilha. Encontrei o Guardião lá e jantamos juntos. Logo após ele me levou para a enorme sala de tecidos e me mostrou uma roupa, parecia uma roupa de monge franciscano, só que branca e com detalhes bem loucos. Apesar de ser muito detalhada, eu lhe disse que preferiria, se pudesse, uma roupa mais comum. Que desse pra me disfarçar e ao mesmo tempo usá-la normalmente. Também disse que ele poderia utilizar aqueles mesmos tecidos da roupa pronta pra fazer a outra.

Quando o cara é imortal, ele aprende muita coisa. Tão logo lhe falei, ele, ovservando a minha roupa, começou a costurar a nova a partir da antiga.

No fim a roupa ficou perfeita. Um casaco branco de moletom com capuz e uma calça jeans azul clara. Além de um par de tênis muito louco.

Agradecido, vesti a roupa e voltei pra casa. Agora, animado, pensei comigo: “Acho que agora dá pra voltar a combater o crime”.

terça-feira, 15 de março de 2011

NÃO, fui descoberto!

Agora não sabia o que fazer, estava em uma encruzilhada........(tempos antes) Era um dia em que estava treinado um pouco mais o meu poder, desenvolver as minhas habilidades, costumava fazer isso sempre que sobrava algum tempo livre. Estava contente porque estava conseguindo resultados desta vez, na maioria das vezes só conseguia me molhar ou ganhar alguns fios de cabelo chamuscados. Estava empolgado, agora conseguia tanto congelar como lançar fogo a longa distância, controlar essa manifestação de poder era excitante, me sentia bem mais poderoso agora. Lançar fogo era o mais recente que eu conseguia fazer. Me sentia o tocha humana só faltava eu sair voado por aí que nem ele. Que ótima ideia, será que conseguiria voar? Me preparei, flexionei os joelhos e esquentei a perna até ela começar a pegar fogo, mas desta vez eu não queimei nenhum fio de cabelo mas a minha roupa estava começando a pegar fogo. Apaguei logo, não queria ficar sem roupa de repente. Então parei pensei, minhas ideias firmei, é já saquei. Não teria como fazer as minhas roupas ficarem sem pegar fogo, o jeito seria andar sempre com uma roupa reserva. Estava muito empolgado, não queria perder tempo indo buscar uma outra peça de roupa, então decidi continuar com o treino, a minha roupa já estava toda chamuscada mesmo, um pouco mais não faria diferença. Me preparei denovo, flexionei os joelhos e dei uma impulsão para cima. Então eu subi, subi, subi que até caí. Para piorar, caí de cara no chão, acho que preciso melhorar a minha aterrisagem não queria ficar com o rosto todo deformado e sem roupas. Até que ficar deformado serviria para ninguém me reconhecer mas no entanto não queria ficar assim. Estava treinado muito naquele dia, parei de tentar voar e me concentrei em "atirar" poder nas coisas. Fixava um alvo e mandava raio congelante, o poder é meu e eu chamo como quiser. Pegava um pedaço de madeira jogava longe e mandava logo um meteoro em chamas, que se tratava de uma bola de fogo, que quando o atingia tranformava o graveto em pequenas fagulhas. Estava ficando bom em atirar nas coisa, mas em dado momento algumas fagulhas caíram em um monte de mato seco e nem percebi, em alguns momentos o fogo tinha tomado a pequena parte do laranjal em que estava treinando. Comecei a apagar o fogo, aquilo não era nada demais para mim naquele momento, já tinha treinado tanto que para mim aquilo era como apagar um fósforo. Quando acabei de apagar tudo e tirar o calor daquela zona notei que alguém estava me observando, virei para trás e vi o JET parado me olhando fixamente espantado. A quando tempo ele estaria ali me olhando, será que ele tinha me visto? Ou será que estava espantado pelas minha roupa toda chamuscada? Agora não sabia o que fazer, estava em uma encruzilhada, contaria a ele sobre os meus poderes(não sei se seria preciso já que ele tinha visto tudo) ou se inventaria uma história ou se acabava com ele ali mesmo. Tive muita vontade de mandar um raio congelante nele mas não devia ser a ssim, eu era um tipo de herói, não podia fazer algo como aquilo. Fui chegando perto dele e para meu espanto ele não saiu correndo e nem começou a se afastar de mim gritando "eu to maluco!", enquanto me aproximava. Comecei logo a perguntar a ele o que ele tinha visto.
- Aquele fogo se apagou bem rápido mesmo tendo muito o que queimar, neh? - dava para sentir o sarcasmo na voz dele.
- Pois é né, parece mesmo. - respondi
- Você não quer me falar nada não?
- Agora é tarde, não tem como esconder mais e aproveitando que você é um grande amigo meu vou te contar.
Comecei a explicar para ele desde a chuva de meteoros. Contei das coisas que tinha feito, do dia da festa no colégio que aquele loco vestido estranhamente era eu, contei tudo, não tinha mais como esconder aquilo dele.
- Então, você pode guardar segredo? não gostaria que as pessoas por ai me vissem como uma aberração ou tivessem medo de mim por ser portador de poderes como estes capazes de queimar as coisas.
- Seu segredo está guardado comigo, pode ficar tranquilo.

sexta-feira, 11 de março de 2011

O futuro. Parte 5

Depois que o XX pegou no meu ombro, meu descendente falou algo assim: “AGORA!!! ENFIA PORRADA NELE!!!” E foi o que eu fiz, tentei dar um soco nele, mas ele se desviou e se duplicou (meu poder! “copião” invejoso dos infernos!), daí ele apontou as quatro mãos para mim e então um deles desapareceu e o outro soltou um bola de fogo das mãos. Ainda bem que eu ainda estava com a invulnerabilidade ativada. Ele ficou bem confuso, e começou a voar, do alto ele apontou as mão para mim de novo, e soltou outra bola de fogo, e no mesmo momento que ele fez isso começou a cair, daí a mira dele foi toda errada. Ele tentou voar de novo, mas estava muito perto do chão, e só conseguiu amortecer a queda. Ainda no chão ele se transformou em um guepardo, e abriu a boca bem grande e se transformou de novo em humano e soltou fogo pela boca, eu ativei a velocidade e desviei da chama e fui correndo para trás dele, então ele se virou para mim e as pedras no chão começaram e formar uma espécie de armadura, ele arregalou os olhos para mim e então a armadura começou a cair, percebendo que ele ia soltar algo dos olhos corri para trás dele de novo, quando ele soltou a rajada de energia dos olhos eu já não estava mais onde ele estava mirando, ele nem se virou para mim, simplesmente a armadura de pedras voltou a se formar, como eu estava bem perto dele ativei o poder de força e empurrei ele com bastante força, e lá foi ele voando na direção da parede, mas antes de bater ele se transformou em água, e acho que não aconteceu nada com ele. A poça de se transformou em homem de novo, então troquei para velocidade e fui pra bem perto dele, quando estava cara a cara eu usei o poder de duplicar, minha cópia apareceu atrás dele, eu (o de trás) dei uma cutucadinha no ombro dele, quando ele se virou para ver, eu troquei o poder para força, e metí o murrão na cara dele, ele provavelmente estava usando algum poder de invulnerabilidade, porque a cara dele não explodiu (ainda bem), mas ele foi lançado com bastante força na parede, acho que nesse meio tempo ele tentou usar outro poder, porque ele não levantou, e quando eu cheguei perto, vi uma boa quantidade de sangue pelo chão. Eu também quebrei meu braço e minha mão com o murro, depois que eu vi o sangue do XX que eu percebi isso, logo depois eu desmaiei.

Tempo de surpresas!

Carnaval. Particulamente, a única vantagem dessa festividade é o feriadão. Que pra mim foi muito bom pois minha namorada, minha irmã e uma amiga, vieram vizitar.

Foi maravilhoso passar um tempo com minha amada. Passear na cidade, ir na piscine, beijar. Fora os filmes até tarde junto com as outras meninas. Gosto muito da minha irmã, apesar de sermos muito diferentes, gosto do jeito dela. Também gosto muito da FAR, a amiga dela, sempre aprecio quando ela vem nos visitar.

FAR é uma amiga de longa data. Muito parecida com minha irmã, pelo gênio descontraído e decidido.

Na segunda de carnaval ficamos conversando a tarde toda. E a noite fomos ver um filme. Depois minha namorada foi tomar banho e minha irmã foi se arrumar para dormir. Ficamos conversando eu e FAR. Perguntei do namoro dela, entre outras coisas. Foi quando ela me surpreendeu com algo que disse:

- B², você gosta de quadrinhos e essas coisas de super herói, não é?

- Sim. Respondi. Pensando que ela ja devia estar desconfiada de algo sobre mim.

- Pois é… Tenho que te contar uma coisa. Mas você tem que me prometer não contar pra ninguém. Mesmo sua irmã e namorada.

Prometi.

Ela passou então a me explicar como, a um bom tempo atrás, ela vinha acordando fora do dormitório. No começo achou que era sonambulismo, até que um dia isso aconteceu quando estava acordada. Ela também me contou que, constumava tira notar ruins na faculdade, mas passou a entender tudo o que os professores lhe ensinavam.

O estranho é que quanto mais esforço mental ela fazia, mas sentia-se diferente. Suas mãos começavam a formigar e ela podia ver pequenos raios entre seus dedos. Foi em um dia desses, que “pensando muito” ela de repende apareceu em outro lugar do colégio. Ela queria uma explicação, e perguntou justo para mim.

- Você tem super poderes. Falei.

- Pelo que me parece, seus poderes devem vir do trabalhos das suas sinapses, que fazem você conseguir raciocinar perfeitamente, ter esses pequenos choquinhos e se teletransportar.

Também lhe contei dos meus poderes e lhe disse que isso era ma coisa boa, útil até. Ela parecia mais animada com a conversa. Lhe disso também para ir treinando seus poderes e aprimorando-os. Qualquer dúvida, que pedisse ajuda ao HG.

Minha irmã terminou de se arrumar e minha namorada terminou o banho. Assim terminamos nosso assunto.

PS: Sabem, será que tenho que contar pra minha namorada sobre meus poderes? Digo, eu a amo. Namoramos a 10 meses, mas ainda tenho receio.

O que faço?

quinta-feira, 3 de março de 2011

O futuro. Parte 4

Depois de cinco dias meu descendente voltou a me ver, ele trazia uma roupa na mão, meio que uma roupa de herói, um pouco justa, golas grandes, também tinha luvas, botas e uma daquelas máscaras que só fica no olho. Ele disse que era uma roupa especial e que só servia para mim. Eu a vesti e até que ficou bem legal. Assim que eu terminei de vestir a roupa ele disse que era hora de agir. Ele explicou o que eu tinha que fazer. Ele explicando fez parecer que era algo muito simples, eu só teria que ir até o local onde o XX está, destruir os milhares de robôs que ele usa como guarda (robôs criados pelo próprio XX graças ao poder que ele pegou do meu descendente), depois provavelmente XX vai aparecer para pegar meu poder e eu tenho que enfrentar ele. Que maravilha de plano. Falei que qualquer um dos que estavam lá poderia fazer isso, mas ele disse que não era para me preocupar, ia dar tudo certo. Depois ele pediu para eu testar a roupa, ele pediu para eu me duplicar, fiz o que ele pediu, depois ele disse que eu tentasse voar, mas sem desativar o poder de duplicar (como ele sabia que eu tinha que desativar um para usar outro?), fiz o que ele disse, mas pensando que o poder de duplicar ia se desativar mesmo sem eu querer, e foi exatamente isso que não aconteceu! Eu estava voando! Em dose dupla! Era para isso que servia a roupa! Eu podia usar todos os meus poderes ao mesmo tempo! Depois de ele ter falado com o pessoal de lá, a gente partiu pra por o plano em ação. A gente foi em um avião bem pequeno, para duas pessoas só, e esse avião era bem rápido, depois de meia hora de vôo a gente aterrissou. Meu descendente mostrou o local para onde eu deveria ir. Parecia um castelo, e tinha muros bem altos, fui correndo (todos os meus poderes já estavam ativados) e cheguei lá bem rápido. Ao me deparar com o muro simplesmente ignorei sua existência a continuei, e fui quebrando o muro bem de boa. Do lado de dentro do muro vi que meu descendente não tinha exagerado na parte de milhares de robôs, porque eram realmente milhares de robôs. Mas não deu muito trabalho, eu me dupliquei e fiquei correndo, esmurrando, soltando rajadas de energia, levando tiros (mas sem sofrer dano), tudo isso em duas direções diferentes. Vi que aqueles robôs não apresentavam riscos para mim, mas no final eu estava cansado. E foi quando eu estava cansado que o XX apareceu, veio voando na minha direção soltando bolas de fogo. Meu descendente falou (tinha um comunicador na máscara) para eu não atirar minha rajada de energia nele, por enquanto, ele disse também que era para eu deixar ativado só a invulnerabilidade, porque ele tinha que “desligar” a roupa por um tempo. Eu fiz o que ele disse. O XX continuou a atirar bolas de fogo em mim até que ele estava bastante perto, ele aterrissou e veio andando até ficar cara a cara comigo. Ele era mais alto que eu e parecia ser bem mais forte, mas não dava pra ver o rosto dele porque ele usava um capus. Ele falou que eu tinha uns poderes interessantes, mas ele já tinha a maioria, só não o de duplicar, daí ele foi estendendo a mão para me tocar, então perguntei pro meu descendente o que eu tinha que fazer, ele só me disse para deixar ele tocar em mim, então XX pegou no meu ombro.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ação no Rio 2

Quando se é um universitário as coisas são mais fáceis. Agora trabalhando era mais difícil conciliar a vida de herói e de pessoa comum. Praticamente todos os meus amigos ainda estavam em São Paulo, estudando, inclusive minha namorada.

Falando nisso, as coisas estavam ficando bem sérias entre a gente. Comecei a pensar em contá-la do meu poder. Não era a primeira vez que pensava nisso. Em outros namoros também pensei, e em um deles quase contei. Mas eles sempre acabavam antes de eu lhes contra a verdade sobre mim.

É ruim ficar sozinho numa cidade onde os amigos são raros, e onde todos estão muito ocupados. Sentia falta da faculdade e dos amigos. É em momentos assim que vôo. Vôo bem alto, e relaxo. Fico pensando e refletindo sobre a vida, amigos, amor, etc.

Foi num momento assim que vi algo diferente.

Depois da investida da polícia no tráfico do Rio, foi implantada as UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora). Elas estavam sendo muito úteis no Rio de Janeiro. Mas foi uma delas que avistei naquela noite. Em chamas. Mais acima do morro vi, também em chamas, os dizeres, “O Rio é Nosso”. Rapidamente voltei, coloquei minha máscara, e voei para o local que queimava.

Os bombeiros tentavam chegar, mas haviam barreiras que dificultava a passagem. Me aproximei e ouvi gritos de dentro do prédio em chamas. Entrei. Senti o fogo queimando minha pele. Olhei e vi a carne viva, ardendo. Minha máscara ja tinha sido devorada pelo fogo. Mas acreditei que se meu corpo estava queimando, meu rosto estaria bem deformado e irreconhecivel. Estava nu agora, pois o fogo havia consumido toda a minha roupa. Tirei o primeiro policial e voltei. Sentia o fogo ardendo no peito e nas pernas. Olhei para mim e vi nitidamente o processo de regeneração da pele, INCRÍVEL. Tirei o segundo policial. O fogo estavam muito forte e haviam mais dois policiais a serem salvos. Não sei o que foi, talvez a adrenalina. Só sei que não tinha força pra tirar aqueles dois homens dali, mas os tirei. Eles mesmo machucados olhavam pra mim sem entender. Olhei pra mim também e vi até partes do meu osso expostas, na perna e nos braços. Perguntei se eles estavam bem. Respondendo afirmativamente eles olharam para trás pois o som da sirene estava bem próximo. Aquela foi a minha deixa. Voei.

Voltei pra casa. Nu. Queimado. Mas me sentindo mais heróico do que nunca. Não importava mais o cansaço, a distância daqueles que eu gostava. Agora eu queria ser um herói.

O futuro. Parte 3

Onde eu estava era meio que uma base secreta para os super-humanos, já que eram todos procurados pelas autoridades e rejeitados também. O grupo não era muito grande, devia ter umas 50 pessoas, e apenas 10% deles foram afetados pela “chuva de luzes”. O próprio XX não tinha sido afetado pelas luzes, e seja lá quem fosse o ancestral dele deve ter sido muito forte. Agora o que mais me intrigava era porque o JET estava vivo ainda. Eu meio que tive que ficar isolado em uma sala, para não dizer cela. Deu pra ver a felicidade dos meus amigos quando eles me viram, mas eles não vieram falar comigo. Meu descendente disse que era para eles não poderem falar nada que pudesse por em risco a integridade da linha temporal. Eu ainda ia voltar para o presente, então quanto menos detalhes sobre a minha vida e a vida deles na minha época eu soubesse, melhor. Mas eu depois de insistir um pouco eu consegui algumas respostas sobre o JET. Eu falei pro meu descendente que o poder do JET era só de soltar uns raios, então como isso pode deixar alguém viver mais de 500 anos? Meu descendente respondeu que o JET não só soltava raios, isso era apenas a primeira manifestação do poder dele, e que na verdade ele praticamente tinha virado energia pura, quase inesgotável, um raio ambulante. Ele também falou do B², que o fator de cura dele curava até os efeitos da velhice, e que ele era muito útil, porque nos mais de 500 anos de vida dele ele tinha acumulado bastante conhecimento. O B² era praticamente o cérebro da maioria das operações. E foi praticamente isso que tive sobre a vida futura dos meus amigos, e sobre minha vida eu não tive nenhuma resposta. Perguntei com quem eu ia me casar, se eu ia ficar rico e famoso, se eu ia ser um bom herói, se eu ia ser herói de verdade, como eu morria, quem ganhou a copa de 2014, mas não obtive nenhuma resposta. Depois eu perguntei o que eu tinha que fazer, porque não via nada de especial em mim que outro super humano não tinha, mas ele também não explicou na hora, ele disse que no momento certo ele ia falar, e precisava de mais cinco dias para botar o plano em ação porque ele estava desenvolvendo algo especial para mim. Os cinco dias foram um saco.

Meio de transporte

Estava no colégio agora, aqui fazia calor sempre e neste dia a temperatura chegava aos 35 graus e estava me deliciando com um sorvete de graviola(o meu preferido), como aquela ação era refrescante. O que há de melhor em um dia quente de verão do que tomar sorvete para se refrescar. Eu podia fazer aquela sensação de calor parar usando o meu poder, mas ficar tendo que adaptar a temperatura do meu corpo todo hora era muito chato, preferia me saciar com um sorvete, que por sinal era muito gostoso, do que diminuir a minha temperatura corporal. Como ainda estava no inicio das aulas não tinha muita coisa para fazer, por essa razão estava caminhado pelas alamedas do colégio pensando nos meus amigos que haviam se formado em como sentiria saudades deles, mas para minha sorte alguns deles estavam morando perto do colégio como o HG que estava morando no externato, o B2 estava por perto toda hora, apesar de morar bem longe, não sei como ele fazia para se manter, devia estar ganhando muito dinheiro para pagar viagens de avião toda hora. Apesar de tudo estava feliz, as minhas ferias haviam sido bem legais, tinha feito todo tipo de coisas e ainda tinha salvado varias pessoas, algumas atrapalhadas aconteceram mas tudo resolvido. As pessoas conheciam o homem misteriosos que salvava as pessoas usando mudança de temperatura, entretanto a minha identidade estava a salva, a única pessoa que sabia dos meus poderes era o HG e eu estava bem com isso pois ele era confiável e sabia que ele não contaria nada a ninguém sobre nada. De repente me deparei que ele tinha sumido havia algum tempo, não o via fazia pelo menos uma semana o que será que estaria fazendo?! Desviei meu pensamento pois ele era bem grandinho e sabia lidar com a sua vida sozinho, além de ter poderes o que fazia dele uma pessoa que se precisa preocupar menos. Além disto tinha outras coisas em mente, desde o dia em que salvei algumas pessoas daquele loco de armadura que estava atirando em todo mundo fiquei pensando em como me locomover com mais facilidade em momentos como aqueles. Eu tinha quebrado o galho deslizando sobre o gelo que havia feito sobre meus pés, mas tinha grande dificuldade em me locomover daquela maneira. Sempre que saia usando esta forma de locomoção acabava escorregando e ganhando alguns arranhões, as pessoas não os notavam pois ficavam escondidos sobre a minha fantasia de super herói. Comecei a pensar no que podia utilizar até que me veio a ideia de usar uma moto como forma de me locomover. Era perfeito, tinha tudo para dar certo, era bom porque em engarrafamentos podia passar entre os carros, tinha uma mobilidade incrível além de sempre ter uma paixão por motos. Agora só faltava escolher o modelo, qual deles seria o mais apropriado para as minhas aventuras, qual se encaixaria no meu perfil. Uma biz não seria bom devido a sua baixa velocidade então pensei que a solução para a velocidade seria uma moto esportiva daquelas que só de acelerar dá medo, mas essas motos costumam ser muito perigosas devido a sua grande velocidade, estava pensando em dois extremos, devia arranjar uma moto rápida porém não tão rápida, pelo menos por enquanto. Estava pensando em uma moto perfeita mas será que daria para um universitário comprar, nós somos conhecidos por sermos quebrados, não temos muito dinheiro, será que alguém teria a compaixão de me doar uma moto daquela que eu queria??? vai saber, eu era um super herói e era uma pessoa que não gostava de fazer desfeita para as pessoas que queriam me presentear. Sabia que não devia fazer isso, mas era bom ganhar coisas. Mas por desencargo de consciência não aceitava de todos, só quando estava precisando mesmo de algo. A vida não é fácil para ninguém, ganhar algumas coisas não é pecado nenhum.

O futuro. Parte 2

Meu descendente me atualizou um pouco sobre o que acontece no passado, que no caso é a nossa época atual. Ele disse que para eles é desconhecido como a gente ganhou poderes, sabiam da “chuva de meteoros”, mas não sabiam da origem da mesma, e que não foi a primeira vez que o surgiram super-humanos. Algo parecido já tinha acontecido antes, e aconteceu depois também. E que alguns dos descendentes desses super-humanos também obtiveram poderes, mas era aleatório. A grande maioria tinha morrido ou simplesmente desaparecido. E que os descendentes com poderes não eram tão fortes quanto os que foram atingidos pela “chuva de meteoros”. Ele mesmo tinha poderes. Ele conseguia inventar máquinas, não sabia direito como ele fazia isso, mas ele fazia. As coisas que ele tinha me mostrado tinha sido ele mesmo que inventara. O mundo estava bastante diferente do que é hoje, principalmente nos meios de transporte e no modo de fabricação dos produtos industrializados. Ele disse que houve uma época que quase todos os recursos naturais da Terra estavam praticamente extintos, muita gente morreu, e depois desses eventos foi criado o Governo Mundial, pois todo o mundo teve que se unir como um povo só para enfrentar essa época. Agora estava praticamente tudo estabilizado. Quase todos os problemas já haviam sido resolvidos. Só tinha um, que era o da água potável. Na época da criação do Governo Mundial foi resolvido esse problema, conseguiram criar (ou achar) uma fonte de água potável quase que inacabável. Toda água do mundo vinha deste lugar. Estava tudo certo, até que um super-humano estragou tudo. Ele reuniu um grupo de super-humanos, que pensavam que iam virar um grupo de heróis e salvariam um monte de gente, como aconteceu no passado, mas ninguém sabia que o poder deste super-humano era o de “copiar” os poderes dos outros. Só precisava ter contato com a pessoa ou o poder da pessoa que ele ganhava o poder dela. Meu descendente estava nesse grupo, e teve seu poder copiado também. Vamos chamar esse super-humano de XX. Depois que XX achou que já tinha poderes suficientes ele atacou a fonte da água e se apossou dela. Ele começou a vendar a água por preços muitos elevados. Ninguém conseguiu derrotar ele. Agora o mundo odiava todos os super-humanos por causa do XX. E o B² e o JET não podiam chegar perto dele porque se o XX tivesse o poder deles tudo estaria perdido. Mas meu descendente tinha um palpite de que talvez eu pudesse mudar a situação, devido a uma peculiaridade no meu poder.

Ação no Rio 1

Morar no Rio de Janeiro era perigoso. Mas a polícia em parceria com o exército invadiu as miores falevas e acabaram com o tráfico de drogas e armas que existiam massivamente nessas comunidades.

Enquantos policiais invadiam os morros me mascarei e fui dar uma de herois por lá. Acabei não fazendo muita coisa pois só agia a noite, quando não tava trabalhando. E os traficantes estavam tão apavorados que só pensavam em fugir.

Vi muito traficante ser morto, coisa que não mostraram na mídia, tipo, muito corpo mesmo.

Em uma dessas fugas vi cinco traficantes assaltando um carro. Me aproximei e pedi que se rendessem. No mesmo instante eles começaram a atirar em mim. Ja estava um pouco acostumado com a dor e deixei que eles atirassem. O sangue foi se espalhando pela minha roupa. Espantados os atiradores pararam e me olhavam perplexos. Os encarei por um tempo só para aumentar a tensão. Fazia calor, e podia ver o suor escorrendo nos rostos amedontrados daqueles homens.

Eu sabia que podia brilhar, mas como acho esse um poder meio tosco nunca tinha usado ele em “ação”. Fiz um explosão de luz quase cegando os traficantes. Como um relâmpago, iluminei todo o local. A luz foi tão forte que derrubei os bandidos.

A partir dai foi fácil. Amarrei os homens e pedi ao dono do carro que eles estavam tentando roubar a chamar a polícia. Quando avistei as viaturas chegando, voei.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O futuro. Parte 1

Era uma noite aparentemente normal, pois o dia também tinha sido normal. Mas tudo mudou. Eu tinha saído de casa (agora já era externo) para comprar alguns mantimentos, e percebi que estava sendo seguido. No começo eu pensei que fosse apenas imaginação, já que fazia pouco tempo que tinha decidido ser algum tipo de herói, e já pensava que os “vilões” queriam se livrar de mim, mas praticamente ninguém me conhecia. Depois tive certeza que estava sendo seguido, principalmente porque quem me perseguia quis deixar isso bem claro, até porque depois que comecei a correr pra tentar despistar ele, ele também veio correndo atrás de mim, até que ele me alcançou. A primeira coisa que ele falou foi: “Não use seus poderes! Eu sem quem você é!”. Mas como eu avisei antes, quase ninguém sabia quem eu era, e ele já sabia! Ele também falou que não queria me prejudicar, mas veio até mim para pedir minha ajuda. Depois disso a gente foi para minha humilde residência. Sei que foi meio infantil confiar em um estranho tão rápido, mas eu faço isso às vezes, e ele tinha um rosto familiar, não que eu já tivesse visto ele, mas talvez alguém parecido com ele. Na minha casa ele começou a falar, ele foi direto ao assunto, nem se apresentou nem nada e disse algo que não se ouve todo o dia. Já tinha ouvido algumas pessoas dizerem que tinham poderes, e pensava que depois disso não tinha nada mais estranho para se escutar, mas nessa noite eu escutei. Esse cara disse que VEIO DO FUTURO!!! Dessa vez eu não acreditei. Se ele tivesse dito que tinha poderes eu iria acreditar, mas dizer que veio do futuro é muito “coisa de louco”. Mas ele era bem convincente. Ele me chamou para ver TV, um jogo qualquer, e ele disse com todos os detalhes o que ia acontecer no jogo e tudo aconteceu, alem de umas tecnologias que ele trouxera com ele do futuro, como uns tênis voadores, uma luva que dela se projetava um tela meio que suspensa no ar e de lá ele entrava na internet, dava pra assistir TV, e ainda servia de controle remoto, ele disse que no futuro ela tinha mais utilidades ainda. Bom, eu já estava convencido, daí perguntei por que ele precisava de mim e de que ano ele era e como ele tinha viajado no tempo, essas coisas. Ele me falou que era do ano 2576 e que ele tinha desenvolvido uma máquina do tempo com um grupo bem especial de amigos, e que ele veio me chamar porque eles estavam passando por um grande problema e que precisavam do maior número de pessoas com poderes que pudessem conseguir. Então perguntei se ele também ia chamar meus amigos, como o RE, o B² e o JET, daí ele falou que só poderia levar um, porque viagens no tempo são bastante complicadas, cheia de regras, arriscadas, caras e outras coisas. Então perguntei por que me levar. Ele falou que eu iria entender porque ele não iria levar o B² e o JET quando chegasse ao futuro e depois explicou que uma das regras da viagem do tempo é que o período que a pessoa ficar no futuro ela deva se ausentar no presente, por exemplo: se uma pessoa ficar uma semana no futuro, ela só pode voltar pro presente uma semana depois que ele fez a viagem para o futuro. Por causa disso ele não poderia levar o RE, porque nesse período de tempo que estaríamos no futuro o RE ia fazer coisas importantes no presente e não poderia se ausentar do presente neste período. Já eu, ele não tinha nenhum registro de atos significantes meus nessa época, era o período ideal para me levar para o futuro. E o motivo mais importante para ele me levar para o futuro era que ele era um descendente meu um, “tataraneto” ou coisa do tipo. Por isso o rosto dele era familiar, lembrava um pouco a mim mesmo. Ele disse que explicaria o resto no futuro, pois não tinha tempo a perder (irônico, vindo de um viajante do tempo). Eu concordei em ir pro futuro ajudar ele. Ele mexeu um pouco no cinto dele e uma espécie de bolha cresceu rapidamente do cinto e nos envolveu. Ele segurou no meu ombro e disse que talvez eu fosse me sentir enjoado. E tudo ficou preto. As coisas começaram a ficar nítidas, eu estava em algum tipo de laboratório e tinham algumas pessoas olhando para mim e meu descendente (que não irei revelar o nome, para a proteção dele, se bem que ele não precisa), e fiquei muito surpreso ao reconhecer duas pessoas lá. Era o B² e o JET. Eles estavam vivos no ano 2576!

Diversão após tiro

Aquele tiro tinha me deixado uma cicatriz bem feia, mas quanto mais feia mais bota medo no seu inimigo. O tiro tinha atingido o meu braço esquerdo, o que foi minha sorte, pois era destro e ficaria difícil esconder se tivesse sido no braço direito. Foi difícil esconder aquele ferimento de todos. Naquele dia que tomei o tiro foi muito difícil esconder porque iria sair com os amigos à noite, já tinha combinado aquela saída a bastante tempo e não podia furar com eles. Eu iria para o kart aquela noite com eles, seria muito divertido se não estivesse com aquele buraco no braço. Lembrei que nos filmes quando eles levavam tiros pegavam um ferro, brasa ou algo super quente para fechar a ferida e por minha sorte a bala tinha passado direto o que facilitou muito as coisas pois pelo menos não tive que enfiar uma faca dentro do machucado para tirar o projétil. Esquentei a ponta do meu dedo até um temperatura bem elevada para servir de instrumento quente que poria na feriada e enfiei no buraco feito pela bala. Meu pai do céu, que dor horrível, tão grande foi a dor que se equiparava a dor do tiro. Soltei um berro tão grande que até o porteiro do meu prédio que ficava 10 andares abaixo em sua guarita escutou e me interfonou para saber se eu estava bem. Falei que estava ótimo, que aquele barulho não era naquele apartamento, devia ser em algum outro perto, talvez o vizinho estivesse com problemas. Como é bom estar sozinho em casa às vezes, porque assim não precisa se preocupar em inventar alguma outra desculpa. Com o problema da feriada parcialmente resolvido agora eu precisava limpar a bagunça que tinha feito, era sangue para todo lado sujando toda a casa e se eu não quisesse que ninguém descobrisse teria que limpar tudo. Foi uma baita faxina na casa toda mas valeu a pena porque depois ainda recebi elogios por deixar a casa limpa sem terem que pedir para arrumar a casa. Tratei logo de colocar umas bandagens na ferida para que ela não sujasse a minha blusa de sangue quando fosse correr de kart. As horas pareciam que não passavam. Quando se quer muito fazer uma coisa parece que nunca chega a hora certa de começar o que quer fazer. Apesar da dor queria muito correr de kart.
A hora passou vagarosamente mas chegou o momento de ir. Era uma noite húmida e pouco tempo antes havia chovido deixando a pista um pouco molhada. O kart escorrega muito em pistas molhadas, por essas razão estavam todos esperando secar a pista. Pedi para dar uma volta para ver se já dava para correr. Eles disseram que não alegando que a pista estava muito molhada e que não queriam se responsabilizar por nenhum acidente na pista. Perguntei se caso assinasse um termo de responsabilidade dizendo que se caso acontecesse algum acidente a culpa era minha, tirando deles a responsabilidade. Após muita insistência da minha parte eles deixaram mas com uma condição, eu teria que pagar o equivalente de 20 voltas mas andaria apenas 10. Achei um absurdo aquilo mas concordei pois tinha um plano formado, se caso eu não o executasse ninguém iria correr aquela noite pois a pista estava muito molhada. Me preparei e comecei a pilotar na pista molhada, comecei a correr e logo o meu kart deslizou loucamente e não queria mais parar até encontrar os pneus. O pessoal já estava vindo em minha direção para ver se tinha acontecido alguma coisa de pior quando levantei a mão e gritei para eles que estava tudo bem que só precisava de alguém para me tirar do meio dos pneus. Quando eles chegaram sentiram um calor estranho. Me colocaram de volta na pista e comecei a correr. Coloquei o meu plano em ação, comecei a esquentar a pista por onde eu passava fazendo com que evaporasse a camada de água que estava sobre a pista. Após a oitava volta uma boa parte da pista já estava em condições de correr mas não totalmente seca, não podia fazer isso se não ficaria muito na cara que tinha feito algo sobrenatural. Parei o kart na décima volta e tomei o meu lugar na espera por outra corrida agora com os meus amigos. Quando estava subindo as escadas uma pessoa me parou e me perguntou como a pista estava parcialmente seca se a previsão era para que ninguém corresse aquela noite. Expliquei para ele que era devido a tração do kart. No rolar da roda do kart ela levanta a água, o vento bate e leva as goticulas de água para outro lugar, por essa razão onde o kart passa mais vezes o local fica mais seco. Ele entendeu e foi embora, fiquei aliviado por ele não perguntar mais nada sobre aquilo. Nos divertimos muito aquela noite, apesar do buraco feito pela bala no braço.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Introdução 7

A quase 3 anos atrás algo aconteceu comigo, algo muito estranho e sombrio, bom ,mas diferente, espantoso, mas possível, bom ,pra mim naquela época era um sonho impossível ,mas foi assim que tudo começou.

...Era uma noite fria e ''escura'' ha ha ha....beleza que as noites normalmente são escuras né, mas isso não vem ao caso. Então... eu estava correndo na chuva, ela estava muito forte, havia relâmpagos e trovoes , eu estava apenas curtindo aquele acontecimento que ficaria gravado na minha vida para sempre, mesmo eu não sabendo disso. Eu estava bem distraído quando começou a aparecer algumas luzes estranhas vindo do céu, nesse momento eu avistei um vulto perto de mim, e uma dessas luzes estranhas atingiu essa pessoa, e ela caiu no chão, eu poderia ter tentado ajudá-la , mas nessa hora algo veio em minha direção, eu sai correndo mais rápido que o The Flash.. ha ha ha...e consegui me safar da luz estranha, eu pensei,(que ingenuidade a minha) quando eu já estava longe da li, em um local aberto, caiu um raio bem perto de mim, (eu digo perto porque eu me caguei de susto..ha ha ha), então eu quis sair de lá o mais rápido possível, mas era tarde de mais, pois outra daquelas luzes estranhas estava vindo em minha direção quando eu olhei para cima, não deu tempo nem para pensar direito, pois um raio atingiu a luz que veio SUPER RAPIDO e me atingiu em cheio. Não sei quando tempo fiquei desmaiado ali no chão, mas sei que meu corpo todo doía, e minhas roupas estavam com vários buracos. Voltei para meu quarto com certa dificuldade e fui o mais rápido possível para a cama, sem saber o que me aguardaria no outro dia.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Um que faz de você um herói?

Quando se tem super poderes algumas perguntas vêem a mente. Será que eu seria um bom super herói? Meu coração é justo e bondoso o suficiente? Será que estou pronto para tomar decisões difíceis?

Há algum tempo fiz uma coisa que não me orgulho. Como ja foi mostrado, sou levado facilmente pelo coração, não é? Por esse motivo, me apaixonei por uma garota na qual não devia ter me apaixonado. Talvez por um momento de carência ou por ter que presenciar minha ex namorada compartilhando bons momentos com outra pessoa. Enfim, comecei a conhecer melhor essa “velha amiga” e algo dentro de mim em relação a ela começou a mudar. Era quase perfeito, não fosse por alguns pequenos detalhes.

Ela estava indo embora. Iria pra longe, bem longe, e raramente nos veríamos. Ela havia passado somente um ano no colégio, mas havia se tornado uma boa amiga para todos nós. Bem, nem todos nós, um de nós havia se apaixonado. Durante quase um ano, eu e outros amigos compartilhamos da paixão desse nosso amigo com essa nossa amiga. Infelizmente, ela apreciava apenas a sua amizade. Com o tempo fomos tornando partido, e apesar de sermos muito amigos dela nossa opinião tomou rumo em favor dele. A ponto de falarmos que ela não tinha noção do que tava perdendo e que nunca namorariamos ou ficariamos com ela.

Esse é o problema quando agimos sem pensar, ou falamos sem pensar.

Agora eu estava gostando dela também. E a idéia de “traí-lo” ocupava, em todos os momentos, os meus pensamentos. Fui aconselhado, mas não fui BEM aconselhado. Naquelas férias decidi visitá-la. Não só ficamos como namoramos por um tempo. Nesse meio termo conversei com ele, online. Não foi a melhor conversa, pois sabia o que ele diria, e foi o que disse. Ele já imagina o que estava acontecendo, mas não brigou comigo. Mesmo vendo somente palavras do MSN sabia como ele estava.

- B²… o que me deixa mais mal é que eu tive quase um ano e não consegui nada e você em apenas poucos dias a conquistou.

Aquelas palavras deviam ter alimentado meu ego, mas apenas me deixaram me sentindo muito mal. Porém, não mal o suficiente para desistir de namorar com ela.

O tempo passou, o namoro acabou. Muitos dos conselheiros que tive naquela época agora me recriminavam por ter feito exatamente o que ele haviam me aconselhado. Me irritava muito o que eles diziam, mas não era pior do que dizia a minha conciência. Se arrependimento matasse.

Agora ele estava na minha frente, eu estava contando pra ele que eu tinha poderes. Era pra ser ele, ele deveria ter super poderes, ele sim deveria ser um super herói. Sempre muito justo e bondoso. Eu tava mais pra super vilão.

Quando me disse que também tinha super poderes algo começou a me intrigar. Todo esse tempo, e ele nunca se usou disso para se vingar de alguma forma, que cara.

Não penso em nos tornarmos arquiinimigos. Acho que nunca mais seria capaz de fazer outra coisa contra ele.

Sabem, algumas pessoas nascem para serem heróis. Algumas pessoas merecem ter poderes. Outras porém…

Bem, outras tem que aprender a serem heróis. Outras tem que aprender que “com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”…